A 16.ª edição do Projeto Floresta Comum disponibiliza mais de 75 mil plantas autóctones produzidas em viveiros do ICNF, destinadas a projetos de reflorestação, educação ambiental e valorização de parques urbanos. As candidaturas, abertas até 30 de setembro, permitem que entidades públicas e baldios recuperem a floresta portuguesa com espécies nativas mais resistentes à seca, às pragas e às doenças.
O Projeto Floresta Comum abriu candidaturas para distribuir gratuitamente plantas autóctones produzidas em viveiros do ICNF. Até 30 de setembro, entidades públicas e baldios podem solicitar espécies nativas essenciais para recuperar a floresta portuguesa e reforçar a sua resiliência ambiental.
Olá, Hoje trazemos uma boa notícia para a floresta portuguesa. Estão abertas as candidaturas para a 16.ª edição do Projeto Floresta Comum, uma iniciativa da Quercus, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Até 30 de setembro, entidades públicas e baldios podem candidatar-se para receber gratuitamente plantas florestais autóctones. Nesta edição estão disponíveis mais de 75 mil plantas, de 39 espécies diferentes, produzidas em viveiros do ICNF.
O objetivo é simples, mas muito importante: recuperar a floresta portuguesa com espécies que fazem naturalmente parte das nossas paisagens, como o sobreiro, a azinheira, os carvalhos, o freixo, o medronheiro ou o pilriteiro.
Estas espécies estão adaptadas ao clima e aos solos de cada região. São, por isso, mais resistentes à seca, às pragas e às doenças, ajudam a conservar a água e os solos, aumentam a biodiversidade e tornam as florestas mais resilientes aos incêndios.
O Projeto Floresta Comum apoia três tipos de iniciativas: projetos de reflorestação e conservação da natureza, projetos educativos desenvolvidos por escolas e outras entidades e ainda projetos de criação ou valorização de parques urbanos.
Desde que foi criado, o projeto já permitiu plantar centenas de milhares de árvores e arbustos autóctones em todo o país, contribuindo para recuperar habitats naturais e aproximar as pessoas da natureza.
A iniciativa é parcialmente financiada pelo projeto Green Cork, através da reciclagem de rolhas de cortiça. Cada rolha reciclada ajuda a produzir novas árvores, mostrando como um gesto simples pode ter benefícios duradouros para o ambiente.
Conselho ambiental
Se é membro do executivo de um município, de uma junta de freguesia, de um baldio, de uma escola ou outra entidade gestora de terrenos públicos, informe-se sobre esta oportunidade. E todos nós podemos ajudar escolhendo árvores autóctones nos nossos jardins, participando em ações de plantação e reciclando rolhas de cortiça. Pequenos gestos podem ajudar a construir uma floresta mais biodiversa, mais resistente às alterações climáticas e mais preparada para o futuro.
E lembre-se de ajudar a preservar o ambiente!