Mario Amaral pede resposta imediata: Eléctrico FC encara jogo decisivo frente ao PAC Kyocera

Na antevisão ao encontro da 13.ª jornada da 1.ª Fase – Centro-Sul, Mario Amaral reconhece que o início de 2026 não foi positivo para o Eléctrico Futebol Clube, mas garante que a equipa está preparada para reagir já este sábado, às 16h30, no Pavilhão Municipal de Ponte de Sor. O jogo será transmitido em direto pelo jornal aponte, reforçando a ligação à Família eléctrico. O treinador sublinha que “quem veste esta camisola tem de estar motivado” e lembra que este é um momento em que o apoio dos adeptos pode ser determinante.

O Eléctrico Futebol Clube recebe este sábado, às 16h30, no Pavilhão Municipal de Ponte de Sor, o PAC Kyocera, num dos jogos mais determinantes da 1.ª Fase – Centro-Sul. A partida será transmitida em direto pelo jornal aponte, reforçando o compromisso do projeto editorial com a divulgação do desporto regional e com a proximidade à Família eléctrico.

Na antevisão ao encontro, o treinador Mario Amaral fez um balanço realista do momento da equipa, reconhecendo que o início de 2026 ficou aquém das expectativas. “Não fomos competentes e o resultado foi justo”, afirmou, sublinhando que o adversário demonstrou mais vontade de vencer no último jogo.

Apesar do desaire, Amaral reforça que nada está perdido e que a resposta tem de surgir já nesta jornada. Recordando que o Eléctrico FC venceu o PAC Kyocera na primeira volta, o treinador destaca que a diferença esteve sobretudo na atitude. “O adversário não foi muito diferente. Fomos nós que estivemos elétricos de forma distinta. Isso não pode acontecer.”

Com apenas duas jornadas por disputar nesta fase, o técnico admite que a equipa não está na posição que ambicionava no início da época, mas mantém o foco no essencial: vencer. “Temos de ganhar no sábado. A matemática é simples”, afirmou, lembrando que a luta pelos quatro primeiros lugares ainda está em aberto, embora já não dependa exclusivamente do Eléctrico FC.

Amaral voltou a abordar as dificuldades estruturais que a equipa enfrenta, nomeadamente a limitação de treinos devido ao contexto geográfico e competitivo. No entanto, recusa que isso sirva de desculpa nesta fase da temporada. “Não vale a pena chorar. Temos de trabalhar mais e melhor. Quem veste esta camisola tem de estar motivado.”

O treinador reconhece também que a equipa, habituada a vencer nos últimos anos, enfrenta agora desafios emocionais adicionais, como a ansiedade e a frustração. Ainda assim, reforça que a identidade do clube exige entrega total. “O que se exige é que se deixe tudo dentro do campo. Este sábado é quase como uma final.”

A partir daqui, cabe ao jornal aponte reforçar o convite à Família eléctrico: quem gosta de basquetebol e quem sente a mística Alma Eléctrico tem no sábado uma oportunidade para apoiar a equipa num jogo determinante, seja no pavilhão ou acompanhando a transmissão em direto através do jornal aponte.

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