A ACORPSOR já está a funcionar em instalações provisórias no Pólo de Formação Profissional do IEFP, em Ponte de Sor, depois do incêndio que inutilizou o edifício onde operava. Em entrevista ao jornal aponte, o presidente Rui Varela assegura que nenhum serviço será interrompido, que as bases de dados estão totalmente salvaguardadas e que a associação irá operar temporariamente em vários pontos da cidade.
A ACORPSOR — Associação de Criadores de Ovinos da Região de Ponte de Sôr reorganizou de forma imediata a sua operação após o incêndio que inutilizou o edifício onde funcionavam várias associações agrícolas da Zona Industrial. A associação já está instalada provisoriamente no Pólo de Formação Profissional do IEFP, garantindo a continuidade integral dos serviços aos associados.
Depois do incêndio que inutilizou o espaço onde funcionavam várias associações agrícolas na Zona Industrial de Ponte de Sor, a ACORPSOR já retomou a sua atividade em instalações provisórias no Pólo de Formação Profissional do IEFP. Em declarações ao jornal aponte, o presidente Rui Varela assegura que “nenhum dos serviços vai ser interrompido”, embora esta primeira semana esteja ainda marcada por uma fase de adaptação.
A solução encontrada implica a distribuição temporária dos serviços por diferentes locais. Rui Varela admite que a associação poderá operar “em mais do que um sítio, eventualmente três”, garantindo que todos os pontos estarão dentro da cidade e próximos entre si. A organização do atendimento será ajustada para que cada associado saiba exatamente onde tratar cada assunto.
Uma das principais preocupações dos associados dizia respeito à eventual perda de informação. O presidente da ACORPSOR esclarece que essa hipótese nunca esteve em causa. A associação mantém bases de dados externas às instalações e opera há vários anos com processos quase totalmente informatizados. “Não se perdeu absolutamente nada”, reforça.
A semana anterior coincidiu com dias importantes para o registo do efetivo pecuário. Apesar dos constrangimentos causados pelo incêndio, quase todos os associados conseguiram regularizar a situação. O Ministério prorrogou o prazo, permitindo que os restantes o façam sem pressão. A associação continuará a contactar quem ainda não concluiu o processo.
Os serviços estão a funcionar junto às instalações do IEFP, num edifício cinzento facilmente identificável. Rui Varela recomenda, sempre que possível, o contacto telefónico para evitar aglomerações, embora o atendimento presencial esteja assegurado.








