Em entrevista ao jornal aponte, Ricardo Souza apresenta o espetáculo “Os Improváveis”, que sobe ao palco do Teatro-Cinema no próximo dia 10. A iniciativa da Associação Caminhar junta projetos musicais da instituição, músicos de várias idades e diferentes formações, num concerto que pretende também apoiar a aquisição de equipamento técnico essencial para a atividade regular da associação.
A Associação Caminhar prepara-se para apresentar “Os Improváveis”, um espetáculo que reúne várias gerações e diferentes projetos musicais da instituição. Em entrevista ao jornal aponte, Ricardo Souza explica os objetivos, a diversidade artística e a importância deste concerto para o futuro da atividade musical da associação.
A Associação Caminhar prepara-se para apresentar o espetáculo “Os Improváveis”, que sobe ao palco do Teatro-Cinema no próximo dia 10. Em entrevista ao jornal aponte, Ricardo Souza explica que esta iniciativa tem como principal objetivo angariar fundos para melhorar o sistema musical da instituição, num momento em que a escola continua a crescer e a acolher cada vez mais alunos. Atualmente, a associação desenvolve aulas de piano, bateria e viola, além do Coro Gospel e da Tuna da Universidade Sénior, o que exige melhores condições de trabalho e autonomia técnica para responder às necessidades diárias.
Ao longo dos anos, a Associação Caminhar tem recebido centenas de músicos, muitos dos quais continuam ligados à prática musical. O equipamento existente é utilizado diariamente e, por isso, a renovação tornou-se essencial. Ricardo Souza sublinha que a aquisição de aparelhagem de som e de uma mesa de mistura permitirá à associação realizar pequenos concertos em lares, hospitais ou outros espaços sem depender de terceiros, evitando custos de aluguer que muitas vezes são difíceis de suportar.
O espetáculo “Os Improváveis” destaca-se pela diversidade de idades e projetos envolvidos. Segundo Ricardo Souza, estarão em palco crianças de oito anos e seniores de 80, numa combinação que pretende valorizar a aprendizagem, a convivência e o trabalho musical desenvolvido pela associação. A atuação contará com os seis cordas, a Orquestra de Harmónicas, o Coro Gospel, a Tuna da Universidade Sénior e vários músicos ligados à instituição, incluindo Pedro Pereira, Mariana Pereira, Venâncio Carrilho e outros elementos da orquestra.
Entre os projetos em destaque está também o grupo Calabresas Mortais, que Ricardo Souza descreve como “o novo bebé da associação na questão musical”. O responsável sublinha o entusiasmo e a dedicação dos jovens envolvidos, reforçando que o público poderá assistir a um momento particularmente divertido e marcante.
A bilheteira abrirá no próprio dia, às 20h00, no Teatro-Cinema, onde serão disponibilizados os últimos bilhetes. Ricardo Souza recorda que este tipo de espetáculo costuma encher a sala e apela a quem queira assistir que garanta o acesso atempadamente, seja dirigindo-se à Associação Caminhar ou ao Teatro-Cinema na sexta-feira.