No programa “À Sombra da Agricultura”, Rui Varela, presidente da ACORPSOR, reforça a importância de todos os agricultores verificarem os últimos pagamentos do IFAP relativos à campanha 2025, lembrando que “acontecem erros, acontecem enganos e será sempre importante actuar o quanto antes”. O responsável destaca ainda a abertura da candidatura ao apoio extraordinário para combustíveis e fertilizantes e alerta para as restrições impostas devido ao risco extremo de incêndio.
A mais recente edição do programa “À Sombra da Agricultura” trouxe três alertas essenciais para o setor: a verificação dos pagamentos IFAP da campanha 2025, a abertura da candidatura ao apoio extraordinário para combustíveis e fertilizantes e o início da fase crítica de incêndios, que já impõe restrições severas ao trabalho no terreno.
Na intervenção desta semana no programa “À Sombra da Agricultura”, Rui Varela, presidente da ACORPSOR – Associação de Criadores de Ovinos da Região de Ponte de Sôr, iniciou por alertar todos os agricultores para a necessidade de verificarem os últimos pagamentos efetuados pelo IFAP relativos à campanha de 2025. Sublinhou que, apesar de se tratar do pagamento final, podem existir valores por confirmar, referindo que “acontecem erros, acontecem enganos e será sempre importante actuar o quanto antes”. Recomendou que cada agricultor contacte o gabinete técnico para validar os montantes recebidos e esclarecer eventuais dúvidas.
O presidente da ACORPSOR destacou também a abertura iminente da submissão de candidaturas ao apoio extraordinário destinado a compensar a subida dos combustíveis e dos fertilizantes. Explicou que o processo é simples, consistindo essencialmente na validação da intenção de receber o apoio, mas reforçou que é obrigatório formalizar essa submissão através dos técnicos do gabinete.
A intervenção prosseguiu com um alerta sobre o início da fase crítica de incêndios. Rui Varela recordou que já existem restrições ao uso de máquinas, motosserras e corta-matos, medidas impostas devido ao risco extremo associado ao estado de seca generalizada. Sublinhou que, apesar de a região ter registado várias ignições, nenhuma evoluiu para situações descontroladas, mas advertiu que “qualquer mínima faísca é o suficiente para começarmos um incêndio”. O responsável reforçou a necessidade de todos os profissionais que trabalham diariamente no campo manterem vigilância constante, sobretudo nas horas de maior calor e vento.
A intervenção encerrou com a mensagem de prudência, lembrando que o verão está apenas a começar e que o estado do solo e da vegetação exige cuidados redobrados.